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terça-feira, 30 de outubro de 2007

NBA 2007-08 Preview, Divisão do Pacífico

Finalizando a nossa seção de previsão da temporada 2007-08 da NBA que tem início hoje, falaremos hoje sobre as equipes da Divisão Sudoeste (Conferência do Oeste).

Golden State Warriors – A equipe foi a maior surpresa dos playoffs na temporada passada. Para 2007/08, Chris Mullin fez algumas mudanças no elenco. Primeiro trocou um dos principais jogadores, Jason Richardson, para Charlotte por Brandan Wright e contratou também Marco Belinelli, cuja principal característica é seu arremesso certeiro. Mullin conseguiu manter no time Matt Barnes e Mickael Pietrus. A principal estrela da equipe continua a ser o armador Baron Davis, que jogou como um verdadeiro MVP nos últimos playoffs e espera colocar Golden State novamente na pós-temporada. Um dos pontos fundamentais do trabalho do técnico Don Nelson é que, além de Baron Davis, todo jogador é capaz de jogar em mais de uma posição. Um jogador que apareceu muito bem em 2006/07 foi o armador Monta Ellis, que deverá ser titular ao lado de Davis. Ambos marcam muitos pontos e fazem assistências e, no esquema de Nelson, os dois poderão jogar nas duas posições de armador. As outras opções serão Troy Hudson, Marco Belinelli e Kelenna Azubuike. Na frente, com a equipe provavelmente retornando aos esquemas convencionais após algumas inovações nas últimas partidas da temporada passada, Stephen Jackson e Al Harrington deverão formar a dupla de alas, com Andris Biedrins jogando como pivô. No banco de reservas, Golden State possui como opções, além do já mencionado Brandan Wright, Austin Croshere e Patrick O’Bryant. Este último não teve muitas oportunidades na temporada passada devido a uma séria contusão que sofreu.

Campanha em 2006/07: 42-40
Provável time titular: C Andris Biedrins, PF Al Harrington, SF Stephen Jackson, SG Monta Ellis, PG Baron Davis

Los Angeles Clippers – As expectativas dos Clippers para 2007/08 giravam em torno de Elton Brand até ele sofrer uma lesão no tendão de Aquiles. Brand espera retornar apenas depois do All-Star Game, mesma época em que deverá se recuperar o armador Shaun Livingston de uma lesão no joelho sofrida ainda em fevereiro. Foram 24 formações diferentes durante a temporada passada e, sem estes dois jogadores, o técnico Mike Dunleavy terá novamente este problema. As contratações de Brevin Knight, Ruben Patterson e Josh Powell e os novatos Al Thornton e Guillermo Diaz ajudarão nesta tarefa de montar a nova equipe. Em relação aos armadores, a equipe está cheia de veteranos, como Sam Cassell (14 temporadas) e Cuttino Mobley (9 temporadas). Eles deverão ser os titulares, com Brevin Knight surgindo como a principal opção no banco. Quinton Ross e Corey Maggette também podem jogar como armadores, embora este último deva ser titular como ala. Maggette e o recém-chegado Patterson provavelmente serão os alas titulares da equipe no início da nova temporada, já que Elton Brand está fora. Maggette ficou atrás apenas de Brand em pontos na última temporada, com média de 16,9 por jogo. Tim Thomas é outra opção entre os alas e pode ganhar espaço, além de Quinton Ross, que jogou 43 partidas em 2006/07. Patterson teve média de 14,7 pontos por jogo em 2006/07 e um aproveitamento de 55% em seus arremessos. Chris Kaman é o principal pivô da equipe, tendo como opções Paul Davis e o veterano Aaron Williams.
Campanha em 2006/07: 40-42
Provável time titular: C Chris Kaman, PF Ruben Patterson, SF Corey Maggette, SG Cuttino Mobley, PG Sam Cassell

Los Angeles Lakers – Mais uma vez os boatos sobre uma possível saída de Kobe Bryant rondaram os Lakers nos últimos meses. Mas ele ficará, mesmo com a equipe não atendendo ao seu pedido de contratar um grande reforço. Em 2006/07 os Lakers tinham uma campanha de 26-13 até Kwame Brown, Luke Walton e Lamar Odom sofrerem contusões e ficarem fora de inúmeras partidas. Novamente a equipe deverá brigar por uma das últimas vagas nos playoffs nesta temporada, o que não é condizente com a tradição dos Lakers, que não passa da primeira fase dos playoffs desde 2004. O armador Derek Fisher está de volta à equipe nesta temporada após sair de Utah. Pode ser que ele não faça tantas assistências como se espera de um armador principal, mas ele sabe bem como fazer a tática do triângulo ofensivo de Phil Jackson funcionar. A estrela da equipe, Kobe Bryant, será o outro armador, certamente mais confiante agora que Fisher substituirá Smush Parker. Os alas Lamar Odom e Luke Walton dão versatilidade à equipe e, para as posições em que jogam, passam muito bem a bola (Walton teve média de 4,3 assistências por jogo e Odom de 4,8 na temporada passada). Walton teve aproveitamento de 39% dos arremessos em 2006/07 e Odom teve média de 9,8 rebotes por partida. Já para a posição de pivô, a briga para ser titular parece estar em aberto. Kwame Brown, primeira escolha do draft de 2001, ainda não explodiu na NBA. O outro que briga pela posição é o jovem Andrew Bynum, de apenas 20 anos e que, a princípio, parece ter a preferência do técnico.
Campanha em 2006/07: 41-41
Provável time titular: C Andrew Bynum, PF Lamar Odom, SF Luke Walton, SG Kobe Bryant, PG Derek Fisher

Phoenix Suns – Depois de Steve Nash chegar a liderar o ressurgimento da equipe com dois prêmios consecutivos de MVP; Amare Stoudemire voltando das cinzas após cirurgias no joelho; as contratações de Boris Diaw e Grant Hill; as saídas de Joe Johnson e Kurt Thomas e duas eliminações nos playoffs para a equipe dos Spurs, será que Phoenix está na descendente ou no caminho da glória? É provável que Phoenix ganhe mais de 50 partidas outra vez nesta temporada, principalmente pelas presenças de Steve Nash e Shawn Marion. Além do canadense Steve Nash, o outro armador titular da equipe é Raja Bell, um jogador com uma combinação de bom arremesso e boa marcação que o faz um dos principais jogadores da NBA na posição. O brasileiro Leandrinho costuma mudar as partidas quando vem do banco de reservas e será certamente a principal opção. Fora estes jogadores, os reservas não estão tão à altura. O veterano Grant Hill, que joga tanto de ala quanto de armador, chega para ocupar principalmente uma das posições de ala do time, ao lado de Shawn Marion. Hill vem para completar o vazio deixado por James Jones, que teve um impressionante aproveitamento de 51,8% em seus arremessos. Boris Diaw é um jogador versátil e já chegou jogar em todas as posições possíveis, até mesmo de armador e de pivô. Esta última posição certamente será de Amare Stoudemire que, quando tiver problemas com faltas, deverá ser substituído por Diaw. Outras opções no banco dos Suns serão Marcus Banks, D. J. Strawberry e Alando Tucker.
Campanha em 2006/07: 61-21
Provável time titular: C Amare Stoudemire, PF Shawn Marion, SF Grant Hill, SG Raja Bell, PG Steve Nash

Sacramento Kings – Depois de quase eliminar San Antonio nos playoffs em 2005/06, Sacramento caiu vertiginosamente para uma campanha de 33-49 em 2006/07. Reggie Theus será o novo técnico, que tentará dar nova vida a esta equipe. Kevin Martin é o principal jogador e teve média de 20 pontos por partida na última temporada, convertendo 45% de seus arremessos. Mikki Moore é uma nova contratação, assim como o novato Spencer Hawes, escolhido no último draft. Theus ainda conta em seu elenco com Mike Bibby e Brad Miller recuperados de contusões, além de Ron Artest. Se Bibby estiver mesmo recuperado, não há razão para não considerar a dupla de armadores dos Kings como uma das melhores da NBA em termos ofensivos. Bibby e Martin têm bom arremesso e boa penetração no garrafão, tendo Bibby ficado entre os líderes de assistências na temporada passada. As outras opções são um pouco menos consistentes, como John Salmons, Francisco Garcia e Quincy Douby. Na frente a equipe conta com os alas Ron Artest e Kenny Thomas. Artest foi o melhor jogador de defesa na NBA em 2004 e, sob novo comando, espera recuperar a forma que lhe deu o prêmio. Shareef Abdur-Rahim é a principal opção no banco e tem estilo parecido com o de Kenny Thomas, sendo este último melhor na defesa e o primeiro melhor marcando pontos. Brad Miller é o pincipal pivô no elenco e deve ser o titular. Os já mencionados Mikki Moore e Spencer Hawes são outras opções.
Campanha em 2006/07: 33-49
Provável time titular: C Brad Miller, PF Kenny Thomas, SF Ron Artest, SG Kevin Martin, PG Mike Bibby

Fonte: NBA.com

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segunda-feira, 29 de outubro de 2007

NBA 2007-08 Preview, Divisão Sudoeste

Dando seqüência à nossa seção de previsão da temporada 2007-08 da NBA que tem início no final deste mês, falaremos hoje sobre as equipes da Divisão Sudoeste (Conferência do Oeste).

Dallas Mavericks – A equipe tentará se redimir da inacreditável derrota para o 8º colocado Golden State Warriors nos playoffs da última temporada, depois de terminar com 67 vitórias em 82 jogos na temporada regular. Apesar dessa derrota trágica, a torcida tem motivos para estar confiante em 2007/08. Pela sétima vez consecutiva Dallas conquistou pelo menos 50 vitórias e o MVP Dirk Nowitzki melhora a cada temporada. As únicas perdas significativas para os Mavericks serão Austin Croshere e Anthony Johnson, mas Dallas agora conta com o veterano Eddie Jones, importante nos arremessos, e Brandon Bass. Certamente os Mavericks disputarão a melhor campanha na conferência com os Spurs. A equipe mostrou confiança no potencial de Devin Harris quando assinou com ele um contrato de cinco anos e, apesar de ainda precisar mostrar mais consistência, Harris é considerado um dos armadores mais rápidos da NBA. Jason Terry continua a ser uma potente arma nos arremessos de fora, além de sua liderança dentro de quadra. As outras opções para as posições de armador são Maurice Ager e o já mencionado veterano Eddie Jones. Entre os alas, o alemão Dirk Nowitzki, sem dúvida nenhuma, é o principal nome da equipe. Ele teve médias de 24,6 pontos e 8,9 rebotes por partida na temporada passada. Nos playoffs, assim como o resto do time, ele teve uma queda de rendimento, tendo apenas 38% de aproveitamento nos arremessos. Josh Howard deverá ser o outro ala titular dos Mavericks, tendo feito média de 18,9 pontos por jogo em 2006/07. O pivô Erick Dampier será muito importante nos rebotes e DeSagana Diop aparece como opção no banco, principalmente para a parte defensiva.

Campanha em 2006/07: 67-15
Provável time titular: C Erick Dampier, PF Dirk Nowitzki, SF Josh Howard, SG Jason Terry, PG Devin Harris

Houston Rockets – Este foi um dos times que mais se modificou para a nova temporada. Houve mudanças na comissão técnica, mudanças entre dirigentes e vários novos jogadores chegaram. A equipe venceu 52 partidas em 2006/07 mas não passa da primeira fase dos playoffs desde 1997. Juntos, os dois “all-stars” no time, Yao Ming e Tracy McGrady, ficaram fora de 45 jogos devido a lesões. O novo técnico será Rick Adelman, que será respaldado pela chegada de Steve Francis, pela renovação de Mike James e pela troca que trouxe o argentino Luis Scola para Houston. Os Rockets possuem grande profundidade no que diz respeito aos armadores. Steve Francis está de volta e Mike James é um veterano com bom arremesso e bom no aspecto defensivo. Ambos podem jogar nas duas posições de armador. Bonzi Wells também renovou seu contrato e é uma importante opção no banco, apesar de não ter tido tantas oportunidades em 2006/07. O novato Aaron Brooks é outra opção, tendo sido a 26ª escolha no último draft. O já mencionado ala Scola talvez seja a principal contratação dos Rockets para a temporada, principalmente com sua experiência nas Olimpíadas e no pré-olímpico pela seleção argentina. Houston conta também o maior jogador da liga, literalmente, no chinês Yao Ming, e com outro grande jogador, que é Tracy McGrady. Estes dois jogadores fizeram, combinados, quase 50 pontos e 16 rebotes por partida na última temporada. O veterano Dikembe Mutombo é a principal opção na reserva e deverá renovar seu contrato por mais um ano antes de se aposentar. Shane Battier deverá ser titular como ala junto com Scola e tem como característica seu excelente arremesso de três pontos.
Campanha em 2006/07: 52-30
Provável time titular: C Yao Ming, PF Luis Scola, SF Shane Battier, SG Tracy McGrady, PG Steve Francis

Memphis Grizzlies – A equipe que terminou com a pior campanha da última temporada tentará se reorganizar agora. O novo gerente Chris Wallace e o novo técnico Marc Iavaroni começaram imediatamente a reforçar a equipe para 2007/08, juntando novas peças em torno do ala Pau Gasol, que disputou apenas 49 partidas na temporada passada devido a uma lesão. Um dos principais reforços será o novato de Ohio State Mike Conley Jr., a quarta escolha no último draft. O pivô Darko Milicic foi uma grande contratação, assim como armador Juan Carlos Navarro, que é amigo de Pau Gasol, o que deverá facilitar o entrosamento. No que diz respeito aos armadores, ficou claro pela escolha de Conley Jr. que o técnico Iavaroni quer formar um ataque mais veloz em quadra. Kyle Lowry aparece como opção no banco enquanto Rudy Gay deverá ser titular ao lado do já mencionado novato Conley Jr. Gay, que participou do jogo das estrelas dos novatos em 2006/07, é uma das grandes esperanças no futuro dos Grizzlies. Navarro também surge como opção e adiciona profundidade à equipe. Entre os alas e pivôs, o trio formado por Gasol, Milicic e Mike Miller deverá ser titular. Brian Cardinal e Stromile Swift, além de Hakim Warrick, serão as opções no banco de reservas. De acordo com Iavaroni, a posição que cada um ocupará na equipe será fruto de um trabalho ainda sendo desenvolvido.
Campanha em 2006/07: 22-60
Provável time titular: C Darko Milicic, PF Pau Gasol, SF Mike Miller, SG Rudy Gay, PG Mike Conley Jr.

New Orleans Hornets – A equipe sofreu muito com as lesões de seus principais jogadores – Chris Paul, David West e Peja Stojakovic – que, somados, ficaram fora de 117 jogos. Além deles, Bobby Jackson e Marc Jackson ficaram ausentes de 26 jogos cada. Terminar com 39 vitórias, com todos esses problemas, foi até mais do que se poderia esperar. Todos estes jogadores permaneceram para a temporada 2007/08, na qual os Hornets também contarão com Morris Peterson mas não terão mais Brandon Bass e Desmond Mason. Outra mudança será a volta completa da equipe a Nova Orleans, de onde ficaram afastados na última temporada devido ao furacão Katrina, que destruiu parte da cidade. Chris Paul, um dos jovens armadores de maior destaque na NBA e novato do ano em 2006, será o principal armador da equipe. Ele teve médias de 17,3 pontos, 8,9 rebotes e 1,8 roubos de bola por partida em 2006/07. Ao lado dele jogará o ala/armador Peja Stojakovic, que só conseguiu participar de 13 partidas com a camisa dos Hornets na última temporada. Mo Peterson é uma das novidades vindo de Toronto e New Orleans também conta com Bobby Jackson e Jannero Pargo como opções. O pivô Tyson Chandler foi um dos destaques da equipe na temporada passada, conseguindo a importante marca de 12,4 rebotes por partida, em média. Ele trabalhou o seu arremesso durante a pré-temporada e promete melhorar neste quesito. O ala David West é muito importante no esquema ofensivo do time, com média de 18,3 pontos por jogo em 2006/07.
Campanha em 2006/07: 39-43
Provável time titular: C Tyson Chandler, PF David West, SF Rasual Butler, SG Peja Stojakovic, PG Chris Paul

San Antonio Spurs – San Antonio comemorou mais um título na temporada passada após a varrida de 4-0 sobre Cleveland. E esta equipe deverá continuar a brigar por títulos ainda por muitas temporadas. Em 2007/08 12 dos 15 campeões na última temporada estarão em quadra novamente pela equipe do Texas, incluindo o trio Tim Duncan, Tony Parker e Manu Ginobili, ambos com contrato pelo menos até 2010. Robert Horry jogará mais uma temporada e os Spurs ainda contrataram Bruce Bowen e Ime Udoka, que veio de Portland. Apesar de o envelhecimento da equipe começar a ser uma preocupação, com média de idade de 30,4 anos, eles ainda são os favoritos para mais um campanha vitoriosa. Entre os armadores, o francês Tony Parker, com apenas 25 anos de idade, é o destaque. Ele vem melhorando a cada temporada, principalmente no seu arremesso. O argentino Manu Ginobili tem surgido como uma das melhores opções e brigará por uma vaga no time com Michael Finley, que ainda deverá ser o titular. Jacque Vaughn aparece como outra opção no banco de reservas, além do veterano Brent Barry. Na frente, sem sombra de dúvida, Tim Duncan é o coração da equipe. Nove vezes presente no All-Star Game, dez vezes escolhido para o melhor time de defesa da temporada, duas vezes MVP, Duncan é um dos maiores alas da NBA. Na posição de pivô o técnico Gregg Popovich deverá alternar entre o argentino Fabricio Oberto e Francisco Elson. Surgem como opções para a posição de ala os jogadores Ime Udoka e Robert Horry.
Campanha em 2006/07: 58-24
Provável time titular: C Fabricio Oberto, PF Tim Duncan, SF Bruce Bowen, SG Michael Finley, PG Tony Parker

Fonte: NBA.com

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domingo, 28 de outubro de 2007

NBA 2007-08 Preview, Divisão Noroeste

Dando seqüência à nossa seção de previsão da temporada 2007-08 da NBA que começará no final deste mês, falaremos hoje sobre as equipes da Divisão Noroeste (Conferência do Oeste).

Denver Nuggets – Entrosamento leva tempo e não foi diferente em Denver na temporada passada após a troca que levou Allen Iverson aos Nuggets. A equipe teve 32 vitórias e 32 derrotas, incluindo os playoffs, mas venceu 16 dos últimos 22 da temporada regular. Mas, tendo em vista que Iverson e Carmelo Anthony nunca haviam jogado juntos e Kenyon Martin ficou fora da temporada, é de se imaginar um futuro promissor para 2007/08. A equipe tem dois dos três melhores cestinhas da liga, o melhor jogador de defesa na última temporada (Marcus Camby) e um das melhores duplas de alas (Martin e Nenê). Ainda é preciso muito trabalho para ser um time de sucesso, mas os ingredientes estão todos juntos para tornar os Nuggets um dos melhores times da NBA. Antes de Steve Blake ir para Portland, o técnico George Karl já falava da importância de trazê-lo de volta. Mas, sem conseguir Blake novamente, Denver assinou com Chucky Atkins, que tem mais poder ofensivo do que Blake – que nem chega a ser prioridade quando se tem Anthony e Iverson no elenco – mas não tem tanta liderança. J. R. Smith aparece como opção entre os armadores no banco ao lado de Yakhouba Diawara, que também joga como ala. Na frente o talento é enorme, com Carmelo Anthony, Marcus Camby, o brasileiro Nenê, Kenyon Martin, Eduardo Najera e Steven Hunter. O lado ruim é que todos eles têm tido problemas de contusões. Camby, Nenê, Martin e Najera ficaram ausentes, juntos, de 337 jogos nas últimas três temporadas. Entretanto, se eles conseguiram se manter longe das lesões, certamente formarão uma das melhores equipes da NBA.

Campanha em 2006/07: 45-37
Provável time titular: C Marcus Camby, PF Nenê, SF Carmelo Anthony, SG Allen Iverson, PG Chucky Atkins

Minnesota Timberwolves – É o começo de uma nova era em Minnesota após 12 temporadas com Kevin Garnett no elenco. Tendo ficado fora dos playoffs nas últimas três temporadas, a equipe tenta seguir em frente construindo um novo time baseado em jovens talentos. Al Jefferson, de 22 anos, é agora a peça-chave dos Timberwolves, com Randy Foye (24), Gerald Green (21) e Corey Brewer (21) constituindo os outros pilares da equipe para os próximos anos. Enquanto ninguém espera que a equipe brigue para chegar aos playoffs no futuro próximo, o técnico Randy Wittman deseja desenvolver seus jovens atletas nestas próximas temporadas. Entre os armadores, Randy Foye é considerado um jogador completo para desempenhar todas as funções da posição. Nem Gerald Green nem Rashad McCants, que chegaram à NBA no draft de 2005, conseguiram mostrar todo seu potencial ainda, mas podem ser sólidas opções em breve. O novato Corey Brewer também deverá ganhar algum tempo em quadra e o veterano Ricky Davis, que joga tanto como ala quanto como armador, continuará a fazer o que sabe melhor: boas estatísticas mesmo numa equipe fraca. Além de Jefferson, Minnesota tem uma interessante mistura de juventude e experiência entre seus alas e pivôs. Mark Blount continua como pivô titular, com Juwan Howard como uma sólida opção no banco, podendo jogar também como ala. Os jovens Ryan Gomes e Craig Smith deverão ter mais tempo em quadra do que os veteranos Mark Madsen e Theo Ratliff, todos como opção no banco.
Campanha em 2006/07: 32-50
Provável time titular: C Mark Blount, PF Al Jefferson, SF Ricky Davis, SG Gerald Green, PG Randy Foye

Portland Trail Blazers – Se há alguma razão para um time da NBA ficar desapontado, certamente a razão é a contusão de Greg Oden, primeira escolha do draft, e esta equipe é Portland. Todas as esperanças eram depositadas neste jogador, mas a grave lesão que Oden sofreu no joelho o deixará de fora da que seria a sua temporada de estréia na liga. Seus 15,7 pontos e 9,6 rebotes por partida na última temporada universitária farão muita falta a uma equipe que venceu apenas 32 jogos em 2006/07. Apesar disso, os Blazers afirmam que nem tudo está perdido. Eles esperam grande competição interna em pelo menos quatro posições no time titular, com o ala/pivô LaMarcus Aldridge ocupando a única vaga garantida. Brandon Roy, novato do ano em 2006/07, deverá ser importante neste elenco novamente e as chegadas de Steve Blake, Channing Frye e Taurean Green darão maior equilíbrio. Em relação aos armadores, Jarrett Jack deverá ser o armador principal, embora Steve Blake possa lhe tomar esta vaga. O já mencionado Brandon Roy deve ocupar a outra vaga de armador titular após a grande temporada que fez em 2006/07. Apesar da perda de Greg Oden, a linha de frente da equipe tem profundidade e conta com alguns bons jogadores. James Jones, Travis Outlaw e Martell Webster disputarão uma vaga entre os alas titulares, enquanto a outra vaga será disputada por LaMarcus Aldridge, provavelmente o titular, e Channing Frye, recém-chegado numa troca com os Knicks. Joel Przybilla é o principal pivô e a equipe também conta com Raef LaFrentz e Darius Miles, ambos se recuperando de contusões.
Campanha em 2006/07: 32-50
Provável time titular: C Joel Przybilla, PF LaMarcus Aldridge, SF Martell Webster, SG Brandon Roy, PG Jarrett Jack

Seattle SuperSonics – O novo gerente da equipe, Sam Presti, fez algumas mudanças na tentativa de melhorar o elenco. Depois de escolher Kevin Durant no draft (segunda escolha no geral), Presti contratou o técnico P. J. Carlesimo para liderar a equipe. Depois foi a vez de trocar Ray Allen para Boston por Delonte West, Wally Szczerbiak e mais uma escolha no draft, que seria Jeff Green. Entretanto, Rashard Lewis foi embora para Orlando. Allen e Lewis, juntos, marcaram uma média de 48,8 pontos por partida, além de 11,1 rebotes, deixando um grande buraco na equipe para 2007/08. Entre os armadores, Luke Ridnour é capaz de se tornar um grande jogador na NBA se mostrar alguma consistência. Com média de 11 pontos e 5,2 assistências por jogo em 2006/07, seu talento pode aflorar nesta temporada sob o comando de Carlesimo, que foi um dos responsáveis pelo desenvolvimento de Tony Parker. Wally Szczerbiak costuma marcar muitos pontos, principalmente da linha de três. Se ele se mantiver longe das contusões, será de grande auxílio para Kevin Durant. A perda de Ray Allen será muito significativa na parte ofensiva e colocará mais pressão nos jogadores mais jovens. Com isso, Earl Watson também deverá ajudar vindo do banco. Na frente, os Sonics perderam Danny Fortson e Rashard Lewis, mas contam agora com Kevin Durant e Kurt Thomas, que chegou de Phoenix. Haverá grande pressão sobre Durant na sua temporada de estréia mas ele garante que dará conta do recado. Chris Wilcox deverá ser titular entre os alas e Nick Collison deverá ser o pivô. O novato Jeff Green certamente será muito utilizado vindo do banco, onde também estão Robert Swift e Damien Wilkins, para a poisção de ala, e Johan Petro, para a posição de pivô.
Campanha em 2006/07: 31-51
Provável time titular: C Nick Collison, PF Chris Wilcox, SF Kevin Durant, SG Wally Szczerbiak, PG Luke Ridnour

Utah Jazz – As coisas parecem estar finalmente voltando a dar certo para Utah. A equipe voltou a disputar a final da conferência na última temporada. Possui uma das melhores duplas dentro do garrafão com Carlos Boozer e Deron Williams, de apenas 25 e 23 anos de idade, respectivamente. Possuem também outros dois titulares que já foram ao All-Star Game: Andrei Kirilenko e Mehmet Okur. Carlos Boozer teve sua melhor temporada em 2006/07, com média de 20,9 pontos por jogo, assim como 11,7 rebotes e um aproveitamento de 56,1% nos arremessos. Mas posição que talvez precise de maior atenção dentro da equipe é a número dois, de armador. Derek Fisher, que jogou 61 partidas na última temporada, mas agora não faz mais parte da equipe. Ronnie Brewer não teve muitas oportunidades em sua primeira temporada e competirá com o novato Morris Almond por uma vaga no time. Almond é um dos melhores arremessadores dentre os novatos de 2007/08. Se nenhum deles estiver pronto para ser titular, Jerry Sloan poderá utilizar Gordan Giricek ou os veteranos Jason Hart e Matt Harpring. Na linha de frente da equipe, Boozer, Okur e Kirilenko formam um dos melhores trios da NBA. E Utah possui alguns jogadores que não deixam cair tanto o nível de jogo da equipe quando eles precisam descansar, como, por exemplo, Paul Millsap, que na sua primeira temporada, em 2006/07, teve média de 6,8 pontos e 5,2 rebotes por jogo. Além dele, outro jogador que aparece como opção entre os reservas é Jarron Collins.
Campanha em 2006/07: 51-31
Provável time titular: C Mehmet Okur, PF Carlos Boozer, SF Andrei Kirilenko, SG Gordan Giricek, PG Deron Williams

Fonte: NBA.com

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sábado, 27 de outubro de 2007

NBA 2007-08 Preview, Divisão Sudeste

Dando seqüência à nossa seção de previsão da temporada 2007-08 da NBA que começará no final deste mês, falaremos hoje sobre as equipes da Divisão Sudeste (Conferência do Leste).

Atlanta Hawks – Finalmente parece que a equipe tem um armador principal após a escolha de Acie Law no último draft. O principal alvo dos passes de Law deverá ser Joe Johnson, um dos doze jogadores a ter média de 25 pontos ou mais por jogo na última temporada da NBA. Infelizmente para ele e para os Hawks, ele ficou fora de 25 partidas da temporada regular e a equipe venceu apenas 30 vezes. Além de Law, outro importante novato será Al Horford, considerado um dos jogadores do draft mais preparados para jogar na NBA. Eles deverão se entrosar bem com os jovens Josh Smith, Josh Childress, Zaza Pachulia, Marvin Williams e Joe Johnson. Além disso, o trio de armadores Speedy Claxton, Tyronn Lue e Anthony Johnson teve uma média de 22 pontos por partida, além de 11 assistências, e eles deverão ter grande contribuição vindo do banco. Joe Johnson jogou, em média, mais de 40 minutos por jogo em 2006/07, o que deverá ser mantido. Outro reserva, Salim Stoudamire, é conhecido por seu bom arremesso. Zaza Pachulia pode ser considerado um bom pivô e sua média de pontos aumentou quase quatro vezes na última temporada, chegando a 12,2 pontos por partida. Entre os alas, além dos já mencionados Childress, Smith, Horford e Marvin Williams, Atlanta conta com Shelden Williams como opção entre os reservas.

Campanha em 2006/07: 30-52
Provável time titular: C Zaza Pachulia, PF Marvin Williams, SF Josh Smith, SG Joe Johnson, PG Acie Law

Charlotte Bobcats – A grande mudança positiva será a adição do veterano Jason Richardson, que teve média de 18,3 pontos por partida em 2006/07. Já a negativa será que Sean May ficará de fora desta temporada devido a uma cirurgia no joelho. Charlotte espera poder contar com Emeka Okafor por toda a temporada, visto que uma série de contusões o deixaram de fora de várias partidas em 2006/07. A equipe vem evoluindo e renovou os contratos de Gerald Wallace e Matt Carroll e manteve jogadores importantes, como Primoz Brezec e Walter Herrmann. Outra peça que vem se tornando importante é Adam Morrison, que teve boas atuações em sua primeira temporada. Entre os armadores, o maior destaque segue sendo Raymond Felton, que aumentou suas médias de pontos, rebotes, assistências e roubos de bola na temporada passada. Ele precisa ainda melhorar seu arremesso (38,7%), mas tem melhorado em todos os outros aspectos e, com a chegada de Jason Richardson, ele deve produzir ainda mais. Quando em quadra, Okafor, Brezec e May fizeram grandes partidas. Mas sem o pivô Sean May, a linha de frente da equipe ficou mais frágil. Por outro lado, Gerald Wallace vem de uma grande temporada, a melhor de sua carreira, e o argentino Herrmann, em sua segunda temporada na NBA, é outra grande esperança.
Campanha em 2006/07: 33-49
Provável time titular: C Primoz Brezec, PF Emeka Okafor, SF Gerald Wallace, SG Jason Richardson, PG Raymond Felton

Miami Heat – Na temporada passada, o ombro de Dwyane Wade e o joelho de Shaquille O’Neal deixaram distante o sonho da equipe de reconquistar o título. Miami lutou muito para conseguir uma campanha mediana, com 44 vitórias, e sua defesa não teve nenhuma chance na série contra Chicago nos playoffs. A equipe não conta mais com Jason Kapono, que foi para Toronto, e com o veterano Gary Payton, cujo contratou terminou. Para os seus lugares, traz o jovem Smush Parker e outro veterano, Anfernee Hardaway, retornando à NBA. As dificuldades nesta temporada serão grandes, tanto pela melhora dos adversários quanto pelo envelhecimento da equipe, que conta com Jason Williams, Antoine Walker e Alonzo Mourning também. Falando dos armadores, não há dúvida de que, depois da recuperação física de Dwyane Wade, Miami terá melhores chances em 2007/08. O outro armador titular será Williams, mas Smush Parker deverá contribuir bastante também vindo dentre os reservas e o novato Daequan Cook também deve ter algum tempo de contribuição em quadra. Outra importante peça da equipe, o pivô Shaquille O’Neal, chega aos 36 anos de idade em março e jogou apenas 99 partidas de 164 possíveis nas últimas duas temporadas regulares. Ainda assim, ele teve média de 17,3 pontos e 7,3 rebotes por jogo em 2006/07. Seu reserva é outro veterano, Alonzo Mourning. Antoine Walker e Udonis Haslem são os alas mais importantes do time, que também conta com Dorell Wright, Wayne Simien e Alexander Johnson como opções.
Campanha em 2006/07: 44-38
Provável time titular: C Shaquille O’Neal, PF Udonis Haslem, SF Antoine Walker, SG Dwyane Wade, PG Jason Williams

Orlando Magic – A equipe adquiriu Rashard Lewis e renovou o contrato de Dwight Howard, garantindo que brigará para estar entre as melhores na temporada que se inicia. Lewis chega à sua décima temporada depois de sair do colegial e suas médias de 16,6 pontos e 5,8 rebotes por partida na carreira deverão ter grande impacto na equipe de Orlando. Ele, inclusive, saltou de 2,4 pontos por jogo na temporada de estréia para 22,4 pontos por jogo em 2006/07. Howard, por sua vez, chega à sua terceira temporada na NBA, mas seu poder ofensivo ainda não aflorou, apesar de seu aproveitamento de 38,6% da linha de três pontos. Entre os armadores, Jameer Nelson segue como o principal jogador. Depois de dividir as atenções com Carlos Arroyo duas temporadas atrás, Nelson tornou-se o armador principal titular em 2006/07. Mas ele precisa melhorar sua média de pontos e seu aproveitamento nos arremessos. Trevor Ariza e Keyon Dooling também podem jogar nesta posição e J. J. Redick aparece como opção no banco. Keyon Dooling deverá ser, na verdade, o outro armador titular da equipe de Orlando, mas podendo contribuir até mesmo como ala. Por falar em alas, e também em pivôs, a equipe não conta mais com Darko Milicic, que foi para Memphis, e Tony Battie poderá ficar fora de grande parte desta temporada devido a uma lesão. Orlando contratou Adonal Foyle e conta com James Augustine, em sua segunda temporada, e o novato Marcin Gortat. O turco Hedo Turkoglu é outra opção tanto na posição de ala como na posição de armador e deverá ser titular nesta temporada.
Campanha em 2006/07: 40-42
Provável time titular: C Dwight Howard, PF Rashard Lewis, SF Hedo Turkoglu, SG Keyon Dooling, PG Jameer Nelson

Washington Wizards – Washington também possui o seu grande trio, formado por Gilbert Arenas, Caron Butler e Antawn Jamison, apesar de ofuscados pela derrota para Cleveland nos playoffs. Gilbert Arenas transformou-se num dos maiores cestinhas da NBA, com média acima de 25 pontos por jogo nas últimas três temporadas, mas é na defesa que ele e seus companheiros precisam melhorar. A equipe teve a 28ª defesa na última temporada, sofrendo quase 105 pontos por partida, em média. Além disso, os Wizards chegaram aos playoffs nas últimas três temporadas mas não foram a lugar nenhum. Desde que Larry Hughes saiu da equipe, Washington saiu à procura de um outro armador para fazer dupla com Gilbert Arenas. Parece que DeShawn Stevenson conseguiu agarrar sua chance e conquistar um posto de titular na equipe, visto que iniciou as 82 partidas da última temporada regular e teve aproveitamento de 40% nos arremessos de três pontos. Antonio Daniels será mais uma vez a principal opção no banco e o novato Nick Young também deverá ganhar algum tempo em quadra. Na frente, há algumas temporadas que os Wizards têm sido fortes em todos os sentidos. Os pivôs Etan Thomas e Brendan Haywood têm feito juntos médias de 10 pontos e 10 rebotes por jogo, mas também 10 faltas. A equipe precisará de maior produtividade nos rebotes ofensivos com estes jogadores. Entre os alas, Caron Butler é a grande estrela ao lado de Antawn Jamison, em posições para as quais o time conta com Andray Blatche e Darius Songaila como opções no banco de reservas.
Campanha em 2006-07: 41-41
Provável time titular: C Brendan Haywood, PF Antawn Jamison, SF Caron Butler, SG DeShawn Stevenson, PG Gilbert Arenas

Fonte: NBA.com

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sexta-feira, 26 de outubro de 2007

NBA 2007-08 Preview, Divisão Central

Dando prosseguimento à nossa seção de previsão da temporada 2007-08 da NBA que começará no final deste mês, falaremos hoje sobre as equipes da Divisão Central (Conferência do Leste).

Chicago Bulls – Kirk Hinrich foi o grande nome da equipe na última temporada, principalmente nas partidas finais da temporada regular e nos playoffs. Depois de perder a posição de número dois nos playoffs e ter de enfrentar os então atuais campeões, Miami Heat, a equipe atropelou o time da Flórida e ganhou a série por 4-0. É verdade que a temporada para os Bulls terminou no confronto seguinte com os Pistons, mas o futuro parece promissor. São jovens jogadores com profundidade e talento em quase todas as posições. Chicago manteve seus principais jogadores – Kirk Hinrich, Luol Deng, Ben Gordon, Tyrus Thomas e Andres Nocioni – além de trazer o veterano Joe Smith. Entre os alas, os números de Hinrich o apontam como um dos melhores armadores da NBA atualmente, mostrando grande consistência, tanto no ataque como na defesa. Ben Gordon, com média de 21,4 pontos por jogo em 2006-07 e 41,3% de aproveitamento nos arremessos de três pontos, é outra grande arma. Chris Duhon e Thabo Sefolosha serão as opções no banco. Ben Wallace é o principal nome da equipe entre os alas e pivôs, principalmente no aspecto defensivo. Ele conquistou 10,7 rebotes por partida em 2006-07, além de uma média de dois tocos por jogo. Tyrus Thomas também é forte neste quesito e Nocioni joga com muita energia.

Campanha em 2006-07: 49-33
Provável time titular: C Ben Wallace, PF Joe Smith, SF Luol Deng, SG Ben Gordon, PG Kirk Hinrich

Cleveland Cavaliers – Foi espetacular o modo como a equipe de Cleveland chegou pela primeira vez às finais da NBA em sua história, com as grandes atuações de LeBron James, marcando, inclusive, os últimos 25 pontos da equipe na vitória em duas prorrogações no jogo 5 das finais do Leste. A euforia não durou muito pois a equipe foi varrida na final da liga pelos Spurs e, quatro meses depois, a pergunta é: o time é bom o suficiente para ser campeão? Segundo LeBron James, sim. E, fora Anderson Varejão e Sasha Pavlovic, que ainda não renovaram seus contratos, a equipe permanece praticamente a mesma de 2006-07. Ofensivamente, os armadores da equipe talvez sejam ainda inexperientes. Daniel Gibson e Shannon Brown chegam à sua segunda temporada, mas os veteranos Damon Jones, David Wesley e Eric Snow tentam equilibrar neste aspecto. Quem mais brilha entre os jogadores da posição ainda é Larry Hughes, mas que costuma ter problemas de contusão e ficou fora de 12 partidas na última temporada regular. Um ponto positivo é a grande aparição de Gibson nas partidas decisivas, principalmente nos playoffs. Já entre os alas, LeBron James é indiscutivelmente um dos melhores na NBA. Teve média de 27,3 pontos por jogo em 2006-07, além de 6,7 rebotes. A equipe, aliás, foi a segunda melhor em rebotes na temporada passada e conta com Zydrunas Ilgauskas e Drew Gooden para manter a seqüência.
Campanha em 2006-07: 50-32
Provável time titular: C Zydrunas Ilgauskas, PF Drew Gooden, SF LeBron James, SG Sasha Pavlovic, PG Larry Hughes.

Detroit Pistons – A equipe foi bem na temporada regular, conquistando 53 vitórias e mostrando que sobreviveu à saída de Ben Wallace e que a chegada de Chris Webber no meio da temporada fez bem ao time. Mas tudo se foi quando os Pistons foram derrotados pelos Cavaliers nos playoffs em cinco jogos. Entretanto, o saldo das últimas temporadas é positivo, tendo chegado à final da Conferência cinco vezes e conquistando o título da divisão quatro vezes. Chauncey Billups, de contrato renovado, e Rasheed Wallace, novamente em forma, serão importantes mais uma vez. Por falar em Billups, ele já vem sendo um dos principais jogadores em Detroit desde 2002-03 e é considerado um dos principais armadores da NBA. Richard Hamilton teve média de 19,2 pontos por partida e fará dupla com Billups. Além deles, Detroit tem como opções Flip Murray, o veterano Lindsay Hunter e os novatos Rodney Stuckey e Arron Afflalo. Rasheed Wallace segue como pivô titular na equipe, provavelmente, e Antonio McDyess pode jogar tanto de ala como de pivô. O outro ala deverá ser Tayshaun Prince, um jogador forte na defesa, o que se percebe pelos seus números (0,6 roubos de bola e 0,6 tocos por jogo, em média). No banco de reservas os Pistons possuem o veterano Nazr Mohammed e os jovens Jason Maxiell e Amir Johnson como opções.
Campanha em 2006-07: 53-29
Provável time titular: C Rasheed Wallace, PF Antonio McDyess, SF Tayshaun Prince, SG Richard Hamilton, PG Chauncey Billups.

Indiana Pacers – O time tentará dar a volta por cima depois de muitos problemas nas últimas temporadas, dentro e fora de quadra. Houve boatos sobre uma possível troca de Jermaine O’Neal, o principal jogador, Shawne Wiliams teve problemas de suspensão e Marquis Daniels de contusão. O lado bom é a chegada no novo técnico Jim O’Brien e alguns jogadores talentosos que permanecem na equipe. Jamaal Tinsley tem sido um armador importante, com média de 11,6 pontos e 6,3 assistências por jogo na última temporada, e Indiana parece confiante com a chegada de Travis Diener, que jogou com Dwayne Wade em Marquette e estava no Orlando Magic. Kareem Rush, outra nova contratação, diz que vem para brigar pela posição de titular e espera aproveitar a oportunidade. Além deles, os Pacers contam também com Danny Granger, que deverá ser titular, e Mike Dunleavy, que pode jogar de ala ou de armador. Entre os alas, Jermaine O’Neal segue como o principal nome dos Pacers, mas está claramente insatisfeito com a situação atual do time. Ele ainda é um jogador de alto nível na NBA mas precisa de algo mais para motivar-se neste momento, visto que a equipe vem perdendo força nos últimos anos. Para a posição de pivô a equipe segue até hoje procurando alguém de peso. David Harrison, com forte poder defensivo, será uma das opções, mas Troy Murphy deverá ser o titular, tendo o veterano Jeff Foster como reserva imediato. Nada que assuste demais os adversários.
Campanha em 2006-07: 49-33
Provável time titular: C Troy Murphy, PF Jermaine O’Neal, SF Mike Dunleavy, SG Danny Granger, PG Jamaal Tinsley.

Milwaukee Brewers – A equipe não cedeu muito às pressões de adversários na busca por contratações. Vide, por exemplo, a proposta de Miami pelo armador Charlie Bell, que acabou não evoluindo. Maurice Williams foi outro jogador sondado pela equipe da Flórida mas Milwaukee se mostrou irredutível. E depois da péssima temporada em 2006-07, o time precisava manter seus principais jogadores caso quisesse dar a volta por cima. No início da última temporada eles esperavam chegar aos playoffs, mas muitos problemas de contusão mostraram ser este um sonho distante. Bobby Simmons e Desmond Mason são alguns do que precisam estar em forma para que a equipe volte a sonhar com a pós-temporada. Michael Redd, que acabou de representar os EUA no torneio pré-olímpico, ainda é o principal armador da equipe, tendo feito uma média de 26,7 pontos por jogo, mas ficando fora de 29 partidas em 2006-07. Williams, com 17,3 pontos e 6,1 assistências por jogo, também teve lesões que o deixaram de fora algum tempo, mas está de volta para formar dupla com Redd. Charlie Bell, que permanece na equipe, é uma das fortes opções no banco, que também conta com Royal Ivey e Ramon Sessions. Com a manutenção de Andrew Bogut e Charlie Villanueva e a chegada no chinês Yi Jianlian, a equipe se mostra mais forte no quesito alas/pivôs. Novamente, a questão será mantê-los dentro das quatro linhas, visto que Villanueva ficou fora de 43 jogos em 2006-07 e Bogut ficou fora do último mês da temporada regular. Milwaukee conta também com Dan Gadzuric, que assinou por dois anos mas não fez muito na última temporada, além de Jake Voskuhl, Michael Ruffin e Awvee Story.
Campanha em 2006-07: 28-54
Provável time titular: C Andrew Bogut, PF Charlie Villanueva, SF Desmond Mason, SG Michael Redd e PG Maurice Williams.

Fonte: NBA.com

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quinta-feira, 25 de outubro de 2007

NBA 2007-08 Preview, Divisão do Atlântico

Dando início à nossa seção de previsão da temporada 2007-08 da NBA que começará no final deste mês, falaremos hoje sobre as equipes da Divisão do Atlântico (Conferência do Leste).

Boston Celtics – Como as coisas mudaram. Os Celtics foram o segundo pior time em 2006-07, chegando a perder 18 jogos consecutivos e tendo a segunda pior campanha de sua história. Mas Danny Ainge usou sua escolha no draft para trocar com Seattle por Ray Allen e fez outra grande transação para adquirir Kevin Garnett dos Timberwolves. Mas até onde pode chegar o trio Allen, Garnett e Pierce? Poderão produzir junto com os jovens Rajon Rondo e Kendrick Perkins? Antes de ser apontado como um dos melhores times da Conferência do Leste, algumas questões precisam ser respondidas. Começando pelos armadores, Rajon Rondo é um jogador muito rápido mas ainda com algumas falhas, principalmente no arremesso, além de sua inexperiência. Provavelmente os adversários deixarão a marcação nele um pouco mais frouxa para poder fazer marcação dupla nos jogadores mais fortes do time, fato que fará com que seu arremesso seja determinante nos resultados. Por outro lado, Ray Allen tem um dos arremessos mais precisos da NBA. A equipe tem no banco de reservas Eddie House, que poderá ser mais capaz de acertar do que Rondo, e Tony Allen. Na frente, Pierce e Garnett formam agora a melhor dupla de alas da liga. Por outro lado, nas suas primeiras quatro temporadas, Kendrick Perkins não teve média superior a 22 minutos por jogo e posição de pivô continua sendo um ponto fraco na equipe. Leon Powe, em seu segundo ano, o novato Glen Davis e o veterano Scot Pollard são os reservas, mas que estão muito longe de manter o nível quando Garnett estiver no banco. James Posey deverá ser o reserva imediato de Paul Pierce.

Campanha em 2006-07: 24-58
Provável time titular: C Kendrick Perkins, PF Kevin Garnett, SF Paul Pierce, SG Ray Allen, PG Rajon Rondo

New Jersey Nets – Muito esforço foi feito pela equipe para melhorar para a próxima temporada, com Vince Carter renovando seu contrato, Richard Jefferson estando novamente em forma e Jason Kidd vindo de grandes atuações pela seleção dos Estados Unidos. Mas a equipe precisa de mais consistência do que teve na temporada passada. Lawrence Frank é um técnico conhecido mais pela defesa e a armação baseada no jogo de Jason Kidd é impulsionada por esta defesa. Kidd e Carter formam uma das melhores duplas de armadores da NBA mas ainda precisam se entender melhor, já que Kidd joga melhor nos contra-ataques, mas Carter prefere as jogadas de meia quadra, sem tanta velocidade. No entanto, qualquer um deles pode decidir uma partida a qualquer momento, seja com os triple-doubles de Kidd ou com as cestas de Vince Carter. Marcus Williams aparece como opção vindo do banco, que também tem Antoine Wright, que vem melhorando a cada temporada. No que se refere aos alas e pivôs os Nets precisam de grandes mudanças. Contrataram Jamaal Magloire, que pode ou não substituir Jason Collins como titular. Escolheram Sean Williams no draft principalmente por seu desempenho defensivo, especialmente após a saída de Kenyon Martin. Mais importante, apesar disso, é o retorno de Nenad Kristic, que ficou de fora de 56 jogos em 2006-07 depois de uma lesão grave no joelho. Ele deverá voltar aos poucos, até ganhar novamente seu ritmo.
Campanha em 2006-07: 41-41
Provável time titular: C Nenad Kristic, PF Jason Collins, SF Richard Jefferson, SG Vince Carter, PG Jason Kidd

New York Knicks – Todo ano se diz a mesma coisa sobre os Knicks: que têm muito talento mas que, se não houver entrosamento e bom jogo defensivo, continuarão fora dos playoffs. Para esta temporada foi contratado Zach Randolph, que poderá ser uma forte arma da equipe ao se juntar a Eddy Curry e Stephon Marbury. Mas as dúvidas que surgem são as mesmas dos últimos anos. Será que Randolph e Curry poderão jogar bem juntos ou disputarão a mesma posição? E eles ajudarão o suficiente na defesa? A defesa, aliás, foi a 25ª na temporada passada e, se pretendem voltar aos playoffs, precisam melhorar muito neste quesito. Entre os armadores, Stephon Marbury, que fará dupla com Jamal Crawford, será o de sempre: capaz de marcar muitos pontos mas incapaz de defender bem, não sendo exatamente o que se espera de um verdadeiro armador principal. Mardy Collins apareceu bem na última temporada, com média de 14,8 pontos por jogo e será uma boa opção no banco, além de Nate Robinson e Fred Jones. Quentin Richardson deverá ser o outro titular, tendo Jared Jeffries e o novato Wilson Chandler como reservas. Na frente, o lado negativo da troca que trouxe Randolph ao time é que David Lee continuará no banco, mesmo sendo um dos melhores da equipe em termos de rebotes. Renaldo Balkman também aparece como opção no banco e é forte na defesa. Além dele, os Knicks também possuem o jovem Randolph Morris e o veterano Malik Rose como reservas.
Campanha em 2006-07: 33-49
Provável time titular: C Eddy Curry, PF Zach Randolph, SF Quentin Richardson, SG Jamal Crawford, PG Stephon Marbury

Philadelphia 76ers – Quando uma equipe troca seu principal jogador, geralmente leva um tempo para as coisas se encaixarem novamente. Mas quando trocaram Allen Iverson para Denver por Andre Miller e Joe Smith, não levou tanto tempo assim para que os 76ers se recuperassem. A equipe venceu 30 de 59 partidas e se tornou muito mais equilibrada no ataque, com Andre Iguodala fazendo uma média de 19,6 pontos por jogo após a troca. Apesar de ainda faltarem peças importantes e de ser quase um consenso que terminarão em último na divisão, os Sixers parecem estar se reencontrando. Com a saída de Allen Iverson, o buraco entre os armadores precisou ser preenchido. Agora não é mais uma questão tão importante, vide as atuações de Andre Miller. Iguodala pode jogar ala ou de armador e Philadelphia ainda possui Rodney Carney, Wilie Green e Kyle Korver como opções. Korver é mais do estilo “pegar e arremessar”, enquanto Green é mais um arremessador tradicional e Carney é mais importante no setor defensivo. Joe Smith e Steven Hunter estão fora e Reggie Evans pode não ser tão bom ofensivamente quanto eles, mas é um dos melhores reboteiros da NBA. Samuel Dalembert sofreu uma contusão mas deverá estar pronto no início da temporada. Contudo, além de Evans e Dalembert, os 76ers não contam com grandes jogadores na posição de ala. O novato Thaddeus Young está mais para um projeto de longo prazo e Shavlik Randolph, que vem de lesão, será uma da opções no banco, que também conta com Louis Amundson e Jason Smith.
Campanha em 2006-07: 35-47
Provável time titular: C Samuel Dalembert, PF Reggie Evans, SF Andre Iguodala, SG Willie Green, PG Andre Miller

Toronto Raptors – Esta equipe foi a surpresa da última temporada, melhorando sua campanha em 20 vitórias e conquistando pela primeira vez um título de divisão. Tudo isso foi possível com as chegadas de T. J. Ford, Anthony Parker, Jorge Garbajosa e Andrea Bargnani, assim como a manutenção de Chris Bosh, cujos números melhoram a cada temporada. Além disso, a equipe de Bryan Colangelo se constrói em torno do armador José Calderón e do já mencionado T. J. Ford. Segundo Bosh, o ataque continuará forte como em 2006-07, mas a defesa precisa estar à altura para que a equipe melhore ainda mais seu desempenho. Falando especificamente sobre os armadores, Ford talvez seja o único arremessador confiável do time. Calderón mostrou no campeonato europeu uma melhora neste aspecto, o que garante sua posição como titular. Anthony Parker, apesar de não ter tanta explosão, tem atuações sólidas tanto no ataque quanto na defesa. Juan Dixon também é uma boa opção no banco, com média de 11,1 pontos na última temporada depois de chegar de Portland. Além deles, os Raptors contam com Carlos Delfino, que disputou a temporada passada pelo Detroit Pistons. Bargnani deverá ser titular, juntamente com Bosh, e a chegada de Jason Kapono, com seu aproveitamento de 51,4%, pode colocar Jorge Garbajosa no banco. Rasho Nesterovic também deve ficar na reserva, ao lado de Maceo Baston, tentando melhorar nos rebotes, quesito no qual Toronto ficou em 27º na liga em 2006-07.
Campanha em 2006-07: 47-35
Provável time titular: C Andrea Bargnani, PF Chris Bosh, SF Jason Kapono, SG Anthony Parker, PG T. J. Ford


Fonte: NBA.com

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terça-feira, 23 de outubro de 2007

World Series 1905: segunda edição


New York GiantsEm 1904, John T. Brush, dono do New York Giants, campeão da Liga Nacional, simplesmente recusou-se a enfrentar o Boston Pilgrims, campeão da Liga Americana, na World Series daquele ano. Entretanto, em 1905, Brush voltou atrás e propôs que a World Series se tornasse um evento permanente, a ser disputado numa série melhor-de-sete.

Os Giants tinham como destaque o arremessador destro Christy Matthewson, que liderou a Liga Nacional com 32 vitórias e um ERA de apenas 1.27 na temporada regular. E ele seria ainda melhor em outubro, na pós-temporada. Matthewson começou com uma vitória de 3-0 na primeira partida da final, cedendo apenas quatro rebatidas válidas ao adversário, o Philadelphia Athletics. Chief Bender lideraria os Athletics na reação no jogo seguinte, coincidentemente cedendo também quatro rebatidas e vencendo por 3-0, igualando a série em 1-1. Infelizmente para a equipe de Philadelphia, as três corridas da vitória seriam as últimas marcadas pela equipe na série final de 1905.

Programa da World Series, 1905
Depois de um dia de descanso, Matthewson novamente estaria em campo pela equipe dos Giants. E mais uma vez cedeu apenas quatro rebatidas válidas aos A’s, que perderiam desta vez com mais facilidade: 9-0. Quatro das nove corridas foram marcadas por Dan McGann, ajudando a colocar a equipe de New York na liderança da série por 2-1. Joe McGinnity, conhecido como “homem de ferro”, seria o pitcher dos Giants na quarta partida. Ele cederia apenas cinco rebatidas válidas na vitória de seu time por 1-0 diante do pitcher Eddie Plank, que havia perdido o primeiro jogo, mas que também teve uma boa exibição.

Christy MatthewsonPara o jogo número cinco, novamente Christy Matthewson seria o arremessador dos Giants diante de Chief Bender, para os A’s. Cedendo seis rebatidas aos jogadores de Philadelphia, Matthewson liderou os Giants na quarta vitória, agora por 2-0, levando sua equipe ao título da World Series de 1905. Se já existisse naquela época o prêmio de MVP da World Series, não seria difícil escolher seu vencedor, após Christy Matthewson jogar três partidas, não ceder corridas e sofrer apenas 14 rebatidas válidas ao todo.

Fonte: MLB e Baseball Almanac


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domingo, 21 de outubro de 2007

África do Sul é campeã mundial de Rugby

Neste sábado a seleção sul-africana, conhecida como “Os Springboks”, conquistou seu segundo título mundial de rugby ao derrotar a Inglaterra, que era a detentora do título, numa partida equilibrada. O placar final foi 15-6 e, dos 15 pontos marcados, 12 o foram por Percy Montgomery, o maior destaque da seleção.

África do Sul campeã mundial de Rugby
A Inglaterra havia derrotado os franceses na semifinal pelo placar de 14-9 no final de semana anterior, enquanto a África do Sul havia derrotado a sensação da Copa do Mundo, a seleção argentina, pelo placar de 37-13. Com isso, o grande embate entre África do Sul, liderada por Percy Montgomery, e Inglaterra, liderada por Johnny Wilkinson, estava marcado. Vale lembrar que as duas seleções estavam no mesmo grupo na primeira fase e os sul-africanos não tiveram nenhuma dificuldade para vencer por 36-0 uma seleção inglesa desprovida de alguns de seus melhores jogadores naquela ocasião.

Foi um jogo muito nervoso, marcado pela maior preocupação em defender, em não sofrer pontos, do que propriamente em atacar. Por isso, qualquer ponto que pudesse ser marcado seria bem-vindo. A partida não teve nenhum try, tendo todos os 21 pontos sido marcados através de penalidades. Assim, com a vitória de 15-6, a África do Sul ergue novamente a Webb Ellis Cup, a tão cobiçada taça da Copa do Mundo, o que já havia acontecido em 1995, quando de seu primeiro título, conquistado em casa naquela ocasião.

Rugby World Cup 2007Para o inglês Johnny Wilkinson ficou o consolo de ser agora o maior pontuador da história da competição, com 249 pontos marcados. Nesta edição o maior pontuador foi o já mencionado Percy Montgomery, com 105 pontos, seguido pelo argentino Felipe Contepomi, com 91 pontos, e o próprio Johnny Wilkinson, com 67 pontos. Brian Habana, da África do Sul, foi o jogador que marcou mais tries, com oito no total, seguido pelo australiano Drew Mitchell, que marcou sete.

O próximo encontro agora será na sétima edição da Copa do Mundo de Rugby, que será realizada na Nova Zelândia daqui a quatro anos.

Fotos: SA Rugby e RugbyWorldCup

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sábado, 20 de outubro de 2007

Cricket: conheça o esporte - Parte 4

Clique AQUI para ler a Parte 3

O Jogo - O time de defesa se posiciona no campo, com os jogadore ficando em posições estratégicas para que possam tentar impedir que as corridas sejam marcadas pelo time adversário e para eliminar os rebatedores. Um dos jogadores de defesa é o bowler. Ele fica com a bola nas mãos e se posiciona a uma determinada distância atrás de um dos wickets. Outro jogador de defesa é o wicket-keeper, que usa um par de luvas para receber a bola e também equipamentos de proteção nas pernas. Ele se posiciona agachado atrás do outro wicket. O restante dos jogadores não possui equipamento especial, pois luvas para ajudar a receber as bolas não são permitidas a nenhum jogador, exceto o wicket-keeper.

Um rebatedor se posiciona em cada crease, perto de um wicket. O rebatedor que fica mais longe do bowler é chamado de sriker e o outro é chamado de non-striker. O striker se posiciona à frente de seu wicket, sobre ou perto do crease, em posição de rebatida. Um jogador destro posiciona-se da seguinte forma:

Posicionamento do rebatedor

O rebatedor fica com seu bastão posicionado para baixo e em frente ao wicket, preparado para rebater a bola, que será arremessada pelo bowler desde o lado oposto do pitch. O rebatedor geralmente fica com o bastão apoiado no campo e o bate levemente no chão, como se fosse uma forma de se "aquecer" e se preparar.

Posicionamento do rebatedor

ArremessoO non-striker simplesmente fica em pé do outro lado, esperando para correr, se necessário. O bowler corre vindo de trás do wicket, passa por um dos lados e, quando chega ao crease do non-striker, ele arremessa a bola na direção do rebatedor, geralmente quicando uma vez antes de chegar ao striker. Os movimentos do arremesso serão descritos com mais detalhes posteriormente.

Fonte: Cricinfo

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quinta-feira, 18 de outubro de 2007

NASCAR: Evolução da Stock Car americana - Parte 3

Leia as postagens anteriores: Parte 1 | Parte 2

NASCARCom o “boom” do superspeedways no início dos anos 60, sendo construídos quatro grandes circuitos em Daytona Beach (Flórida), Hanford (Califórnia), Concord (Carolina do Norte) e Hampton (Geórgia), as montadoras vinham percebendo cada vez mais que as vendas de novos carros no mercado também ajudavam a vencer corridas. Foi um período em que ocorreram mudanças fundamentais no design e nos motores dos carros. Um dos acontecimentos mais interessantes foi quando a Ford, em 1959, parou de utilizar seu carro principal nas corridas, o Galaxie, e escolheu o Thunderbird como seu substituto na Grand National. O Thunderbird era mais baixo e mais macio para pilotar do que o Galaxie e estava nas dimensões ideais impostas pela NASCAR, apesar de ser um carro esportivo projetado para competir com o Corvette, da rival Chevrolet. Apesar de continuar a utilizar o Thunderbird nas competições, a Ford recolocou o Galaxie nas pistas em 1960 com o modelo Starliner.

Ford Thunderbird, 1959
Pelo lado da General Motors, as equipes criaram um novo tipo de suspensão traseira em 1958 e praticamente todos passaram a usar os carros da montadora nos grandes circuitos em 1959, onde eles obtinham maior êxito. E nessa época, portanto, “inovação” era normalmente a resposta para “necessidade”. Como muitas corridas da NASCAR ainda ocorriam em circuitos de terra batida, grades, telas e outros meios de proteção foram surgindo aos poucos.

Lee PettyNos primeiros anos de competição as equipes não ficavam necessariamente presas a um determinado modelo de automóvel. Elas conseguiam fazer coisas extraordinárias com carros que, ao primeiro olhar, não pareciam nem um pouco prontos para entrar nas pistas. Basta ver o enorme Oldsmobile com o qual Lee Petty conquistou a primeira Daytona 500 da história. Naquela época, Petty corria às vezes com um Chrysler e outras vezes com o Oldsmobile, dependendo do tipo de circuito e de como eram feitos os acertos para cada carro em cada um deles.

Conforme prosseguia a era dos superspeedways, as montadoras passaram a dar mais atenção à aerodinâmica dos veículos. O Ford Galaxie Starliner de 1960-61 possuía um teto mais aerodinâmico do que os anteriores. Chegou até a acontecer uma corrida em que Fred Lorenzen utilizou um Ford Galaxie 1962 com o teto de um carro do ano anterior, vencendo a única corrida em que este carro entrou nas pistas, na Atlanta 500 daquele ano.

Fonte: NASCAR.com

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terça-feira, 16 de outubro de 2007

1950-51: os negros têm vez na NBA

Em sua quinta temporada a NBA diminuiu a quantidade de equipes, saindo de 17 para 11, divididas em duas divisões. Minneapolis Lakers, Rochester Royals e Fort Wayne Pistons passaram para a Divisão Oeste, juntando-se a Indianapolis Olympians e Tri-Cities Blackhawks. A Divisão Leste permanecia com Boston Celtics, New York Knicks, Philadelphia Warriors, Syracuse Nationals, Baltimore Bullets e Washington Capitols. Esta última equipe abandonaria a liga após disputar 35 partidas, tendo vencido apenas dez.

Nat CliftonEsta temporada foi também importante por marcar, pela primeira vez, a participação de jogadores negros na NBA. Chuck Cooper tornou-se o primeiro jogador negro a ser escolhido no draft, indo para a equipe dos Celtics; Nat Clifton, por sua vez, foi o primeiro a assinar um contrato, juntando-se aos Knicks; e Earl Lloyd foi o primeiro a realmente jogar uma partida na liga, pois participou do jogo de abertura da temporada com sua equipe, os Capitols.

Rochester RoyalsCom 40 vitórias e 26 derrotas, os Philadelphia Warriors terminaram em primeiro no Leste, mas foram logo eliminados nos playoffs pelo Syracuse Nationals. Este time, por sua vez, perderia a final do Leste para os Knicks em cinco partidas: 3-2. No Oeste os Lakers terminaram na frente com 44 vitórias e 24 derrotas, mas também não conquistaram vaga na final. Rochester Royals, que anos mais tarde tornar-se-ia o atual Sacramento Kings, passou pelos Pistons e pelos Lakers em seu caminho rumo às finais da NBA.

Quando Rochester venceu as três primeiras partidas da série final (92-65, 99-84 e 78-71), tudo parecia prestes a terminar numa varrida. Mas os Knicks conseguiram uma reviravolta e venceram as três partidas seguintes (79-73, 92-89 e 80-73), empatando a série e levando à realização da sétima e decisiva partida em Rochester. Neste jogo os Royals chegaram a liderar por 16 pontos, mas os Knicks reagiram e empataram o jogo a 40 segundos do fim. Foi quando Bob Davies sofreu uma falta, converteu os lances livres e pôs os Royals de novo à frente. A equipe venceria por 79-75 e conquistaria seu único título na NBA.

Royals campeão em 1950-51
Fontes: NBA.com e Wikipedia

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domingo, 14 de outubro de 2007

Grupos sorteados na Copa da UEFA


A primeira eliminatória da competição foi concluída na quinta-feira, dia 04/10, com as habituais doses de vitórias expressivas, prorrogações emocionantes e eliminações inesperadas. Spartak Moscou, da Rússia, e Basel, da Suíça, fizeram, certamente, parte da primeira categoria, ao conseguirem triunfos, na soma dos resultados, por 8x1 contra Häcken, da Suécia, e Sarajevo, da Bósnia, respectivamente. Quem conseguiu grandes resultados em ambas as partidas da fase anterior foi o Atlético de Madrid, que marcou nove golos sem resposta aos turcos do Kayseri Erciyesspor (4x0 em casa e 5x0 fora).

A Sérvia é um dos 21 países ainda com representantes na competição, enquanto, em igual fase da temporada passada, eram 19 as federações nacionais com clubes envolvidos, embora a Grécia marque presença com um contingente de cinco clubes. Uma vez que os grupos não poderiam possuir clubes do mesmo país e há ainda condicionantes como encontros na mesma cidade e questões climáticas, após a conclusão do sorteio dos grupos um computador produziu o calendário dos jogos prevendo todas essas situações. Cada clube efetuará dois jogos em casa e outros dois fora, nas seguintes datas: 25 de outubro, 8 de novembro, 29 de novembro, 5/6 de dezembro e 19/20 de dezembro.

Os vencedores, segundos e terceiros colocados de cada grupo classificam-se para a fase seguinte, onde se juntarão aos terceiros colocados de cada grupo da Liga dos Campeões, totalizando 32 equipes. A partir daqui prosseguirá o formato tradicional de eliminatórias em jogos de ida e volta, com excepção da final, a ser disputada em jogo único em Manchester.

Saiba quais são os grupos desta fase:

Grupo A: AZ Alkmaar (HOL), Everton (ING), Larissa (GRE), Nuremberg (ALE) e Zenit S. Petersburgo (RUS).
Grupo B: Aberdeen (ESC), Atlético de Madrid (ESP), Copenhagen (DIN), Lokomotiv Moscou (RUS) e Panathinaikos (GRE).
Grupo C: AEK Atenas (GRE), Elfsborg (SUE), Fiorentina (ITA), Mladá Boleslav (TCH) e Villarreal (ESP).
Grupo D: Basel (SUI), Brann (NOR), Dinamo Zagreb (CRO), Hamburgo (ALE) e Rennes (FRA).
Grupo E: Bayer Leverkusen (ALE), Sparta Praga (TCH), Spartak Moscou (RUS), Toulouse (FRA) e Zürich (SUI).
Grupo F: Aris Salonica (GRE), Bayern de Munique (ALE), Bolton (ING), Braga (POR) e Estrela Vermelha (SER).
Grupo G: Aalborg (DIN), Anderlecht (BEL), Getafe (ESP), Hapoel Tel Aviv (ISR) e Tottenham (ING).
Grupo H: Austria Viena (AUT), Bordeaux (FRA), Galatasaray (TUR), Helsingborg (SUE) e Panionios (GRE).

Adaptado de: UEFA.com

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sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Eliminatórias Sul-Americanas com mesmo modelo e tabela


CONMEBOLComeçam neste final de semana as Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2010. E pela terceira vez consecutiva o modelo é mantida, inclusive com a tabela de jogos idêntica às eliminatórias para as últimas duas Copas. As dez seleções filiadas à CONMEBOL disputarão partidas entre si em turno e returno e, ao final de 18 rodadas, as quatro melhores seleções garantirão suas vagas no evento da África do Sul, enquanto a quinta colocada disputará uma vaga nos playoffs contra a quarta colocada das eliminatórias da CONCACAF.

A primeira rodada terá quatro partidas no sábado, 13/10:
» Argentina x Chile, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires;
» Equador x Venezuela, no Estádio Olímpico Atahualpa, em Quito;
» Peru x Paraguai, no Estádio Monumental, em Lima;
» Uruguai x Bolívia, no Estádio Centenário, em Montevidéu.

No domingo, dia 14/10, a seleção brasileira fará sua estréia:
» Colômbia x Brasil, no Estádio El Campín, em Bogotá.

Apenas alguns dias depois será realizada a segunda rodada, com um único jogo na terça-feira:
» Venezuela x Argentina, no Estádio Pachencho Romero, em Maracaibo.

Na quarta-feira as outras oito seleções entram em campo e completam a rodada:
» Bolívia x Colômbia, no Estádio Hernando Siles, em La Paz;
» Brasil x Equador, no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro;
» Chile x Peru, no Estádio Nacional, em Santiago;
» Paraguai x Uruguai, no Estádio Defensores del Chaco, em Assunção.

CBFClique AQUI para ver quem foram os jogadores convocados pelo técnico Dunga para as duas primeiras partidas do Brasil, contra Colômbia e Equador, nas eliminatórias. A partida Colômbia x Brasil terá arbitragem de Carlos Amarilla, do Paraguai, e o jogo contra o Equador, no Maracanã, terá arbitragem de Jorge Larrionda, do Uruguai.

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quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Estrutura das Eliminatórias Africanas


CAFAs eliminatórias africanas para a Copa do Mundo reunirão 51 países na busca por cinco vagas no evento de 2010. Originalmente seriam 51 seleções, mas São Tomé e Príncipe e Rep. Centro-Africana desistiram de participar. Vale lembrar também que a África do Sul, mesmo sendo o país-sede da Copa, participará destas eliminatórias, pois as mesmas também valem como evento classificatório para a Copa das Nações Africanas de 2010.

A fase preliminar contra apenas com as seis seleções de pior colocação no ranking da FIFA relativo da julho de 2007. Serão três confrontos: Madagascar x Comores, Somália x Djibuti e Serra Leoa x Guiné-Bissau. As partidas ocorrerão em 13 e 14 de outubro e 17 de novembro e as três seleções classificadas juntar-se-ão às outras 45 do continente, formando um total de 48 países, que serão divididos em 12 grupos na Primeira Fase. Os primeiros colocados de cada grupo avançam para a fase seguinte, assim como os oito melhores segundos colocados, perfazendo um total de 20 seleções, que serão novamente divididas em grupos de quatro. Serão, portanto, cinco grupos, cujos campeões terão vaga garantida na Copa do Mundo de 2010.

As outras seleções já classificadas para a Primeira Fase, de acordo com o ranking da FIFA de julho deste ano, são, na ordem: 1. Camarões, 2. Nigéria, 3. Costa do Marfim, 4. Marrocos, 5. Gana, 6. Tunísia, 7. Egito, 8. Guiné, 9. Senegal, 10. Mali, 11. Angola, 12. Togo, 13. Zâmbia, 14. África do Sul, 15. Cabo Verde, 16. Rep. Dem. Do Congo, 17. Argélia, 18. Burkina Faso, 19. Benin, 20. Moçambique, 21. Líbia, 22. Etiópia, 23. Congo, 24. Zimbábue, 25. Uganda, 26. Botsuana, 27. Guiné Equatorial, 28. Tanzânia, 29. Gabão, 30. Malaui, 31. Sudão, 32. Burundi, 33. Libéria, 34. Ruanda, 35. Eritréia, 36. Namíbia, 37. Gâmbia, 38. Mauritânia, 39. Quênia, 40. Chade, 41. Lesoto, 42. Maurício, 43. Níger, 44. Suazilândia e 45. Seychelles.

Fontes: FIFA.com e Wikipedia

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segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Copa do Mundo de Rugby chega às semifinais


Rugby World Cup 2007Depois de 40 jogos na primeira fase e das quartas-de-final, são conhecidas agora as quatro melhores seleções de rugby do mundo: França, Inglaterra, África do Sul e Argentina são as seleções semifinalistas. Vejamos o que aconteceu em cada grupo da primeira fase da sexta edição do evento.

Grupo A: A África do Sul manteve o favoritismo e terminou na primeira colocação vencendo todas as partidas, inclusive o massacre de 36-0 sobre os ingleses. Estes, por sua vez, não convenceram na vitória sobre os EUA na estréia e tiveram que lutar pela segunda vaga do grupo na última partida contra Tonga. Samoa fez um campanha abaixo do esperado e só ficou na frente dos norte-americanos, a seleção mais fraca do grupo.

Resultados: Inglaterra 28-10 EUA, África do Sul 59-7 Samoa, EUA 15-25 Tonga, Inglaterra 0-36 África do Sul, Samoa 15-19 Tonga, África do Sul 30-25 Tonga, Inglaterra 44-22 Samoa, Samoa 25-21 EUA, Inglaterra 36-20 Tonga, África do Sul 64-15 EUA.
Classificação: 1º África do Sul 19, 2º Inglaterra 14, 3º Tonga 9, 4º Samoa 5, 5º EUA 1.

Grupo B: Neste grupo a Austrália, tida como favorita, fez bem o seu papel e venceu todas as partidas. País de Gales, a segunda seleção mais forte do grupo, de acordo com o ranking da IRB, perdeu a vaga para a fase seguinte numa emocionante partida contra Fiji, que ficou em segundo lugar. Canadá e Japão em nenhum momento ameaçaram os outros participantes, ficando inclusive num empate em seu confronto direto.
Resultados: Austrália 91-3 Japão, País de Gales 42-17 Canadá, Japão 31-35 Fiji, País de Gales 20-32 Austrália, Fiji 29-16 Canadá, País de Gales 72-18 Japão, Austrália 55-12 Fiji, Canadá 12-12 Japão, Austrália 37-6 Canadá, País de Gales 34-38 Fiji.
Classificação: 1º Austrália 20, 2º Fiji 15, 3º País de Gales 12, 4º Japão 3, 5º Canadá 2.

Grupo C: Os All Blacks da Nova Zelândia passaram facilmente por todos os quatro adversários para ficar em primeiro lugar neste grupo. Os escoceses tiveram alguma dificuldade na última partida contra os italianos mas conseguiram manter-se em segundo lugar. Os portugueses, estreantes na competição e a única seleção com jogadores amadores, não conseguiram vencer e ficaram em último, logo atrás da Romênia.
Resultados: Nova Zelândia 76-14 Itália, Escócia 56-10 Portugal, Itália 24-18 Romênia, Nova Zelândia 108-13 Portugal, Escócia 42-0 Romênia, Itália 31-5 Portugal, Escócia 0-40 Nova Zelândia, Romênia 14-10 Portugal, Nova Zelândia 85-8 Romênia, Escócia 18-16 Itália.
Classificação: 1º Nova Zelândia 20, 2º Escócia 14, 3º Itália 9, 4º Romênia 5, 5º Portugal 1.

Grupo D: Não foi propriamente uma surpresa, mas não se esperava que os argentinos tivessem tão boas atuações, incluindo a vitória sobre os franceses, donos da casa, logo na estréia. Com a vitória sobre a Irlanda no último jogo a Argentina garantiu a primeira posição, enquanto a França ficou em segundo e os irlandeses foram eliminados. Geórgia e Namíbia não tiveram como ameaçar e brigar por nenhuma das vagas nas quartas-de-final.
Resultados: França 12-17 Argentina, Irlanda 32-17 Namíbia, Argentina 33-3 Geórgia, Irlanda 14-10 Geórgia, França 87-10 Namíbia, França 25-3 Irlanda, Argentina 63-3 Namíbia, Geórgia 30-0 Namíbia, França 64-7 Geórgia, Irlanda 15-30 Argentina.
Classificação: 1º Argentina 18, 2º França 15, 3º Irlanda 9, 4º Geórgia 5, 5º Namíbia 0.

Com isso, os confrontos das quartas-de-final foram decididos: Austrália vs Inglaterra, Nova Zelândia vs França, África do Sul vs Fiji e Argentina vs Escócia.

Com as campanhas na primeira fase, Austrália e Nova Zelândia eram tidas como favoritas nas partidas do último sábado contra Inglaterra e França, respectivamente. Mas o que se viu em campo foi outra coisa. Partidas muito disputadas e imprevisíveis em seus resultados mostraram que se decide mesmo é dentro de campo. E foi assim que Johnny Wilkinson, carrasco da Austrália na final de 2003, levou a Inglaterra a uma nova vitória sobre os australianos, agora por 12-10, garantindo aos ingleses uma vaga na semifinal. O adversário será a França, desacreditada depois da derrota na estréia, mas que se recuperou e derrotou os favoritos ao título deste ano, os neozelandeses. Após sete anos sem vencer os All Blacks, os franceses viraram um placar desfavorável e venceram apertado por 20-18.

Nas outras semifinais, ao contrário, os favoritos fizeram por merecer suas vitórias e a classificação. A África do Sul chegou a abrir uma vantagem de 20-6 sobre Fiji mas cedeu o empate. A equipe se reencontrou e novamente tomou conta da partida e Percy Montgomery liderou a equipe na vitória por 37-20. No último jogo os argentinos, mais cotados para vencer, passaram pelos escoceses num jogo disputado. O placar final de 19-13 colocou a seleção sul-americana pela primeira vez entre as quatro melhores do mundo.

As semifinais serão disputadas no próximo fim de semana, com Inglaterra e França se enfrentando no sábado e África do Sul e Argentina se enfrentando no domingo, ambos os jogos no Estádio de Saint-Denis. O Media Zone continua fazendo as transmissões das partidas online, numa parceria com a International Rugby Board. Para saber mais sobre como adquirir o pacote de transmissão, clique no banner abaixo.


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